domingo, 27 de março de 2011

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8 ANOS SEM GABRIELA PRADO MAIA RIBEIRO

Gabriela jamais será esquecida e seu nome se perpetuará como um Ícone contra a Impunidade!

O evento reuniu pessoas de todos os lugares...famílias que vêem no Movimento Gabriela Sou da Paz um grito por Justiça!

Os pais do jovem Elton de Oliveira Nascimento, assassinado em João Pessoa e os pais do jovem Luis Paulo Oliveira Barbosa, assassinado em São Paulo estiveram presentes a homenagem e puderam também expor um pouco de suas dores...além de no varal expormos vítimas de todos os estados, casos de vítimas de violência no trânsito, bala perdida, casos de erros médicos, entre tantos outros que continuam impunes.

Foram centenas de camisetas expostas...famílias que nos enviaram camisetas de diversos estados; Rio Grande do Sul, João Pessoa, Brasília, Curitiba, Belém, Vitória, São Paulo, Rio de Janeiro e em cada rosto uma dor, uma saudade, tristeza e revolta.

Assim como disse o Juiz Marcelo Alexandrino da Costa que estava presente à homenagem e disse à reportagem:

— Sou juiz e agora sei, na pele, que as pessoas vítimas da violência se tornam invísiveis.


Mais fotos do evento podem ser vistas nesse link: Álbum do Orkut

Carlos Santiago e Sandra Domingues

8 ANOS SEM GABRIELA

Para lembrar os oito anos de morte de Gabriela Prado Maia Ribeiro - que morreu aos 14 anos ao ser atingida por uma bala perdida no metrô, em 2003 - o pai da menina, Carlos Santiago, promoveu uma manifestação pela paz e contra a impunidade na manhã deste sábado, em frente à Igreja de São Francisco Xavier, local onde a adolescente foi baleada.

Dois varais com dezenas de camisas estampadas com fotos de vítimas da violência foram estendidos no local:

— Resolvi fazer essa manifestação em solidariedade às famílias que, assim como eu, estão sofrendo com a violência. A minha esperança é que o número de fotos nesse varal pare de crescer — afirmou Carlos Santiago.

Muitos parentes de vítimas, vindos até de outros estados, compareceram ao encontro.

O casal José Antônio e Adriana Barbosa e o filho Lucas, vieram de São Paulo especialmente para participar da manifestação:

— Meu filho, Luis Paulo Oliveira Barbosa, foi assassinado em dezembro de 2010 por um professor da Fatec Tiradentes, que continua dando aulas até hoje. Viemos aqui para confraternizar com nossos amigos, e porque queremos justiça. A dor é eterna, mas a punição do responsável ajuda a aliviar o coração — afirmou José Antônio

Adriano de Franco, de 28 anos, irmão da engenheira Patrícia, desaparecida desde 2008, também marcou presença no evento:

— A gente precisa unir forças para lutar contra a violência e pedir empenho da justiça para casos não resolvidos.

Carlos Santiago diz que mantém contato com centenas de famílias vítimas da violência para oferecer ajuda e apoio psicológico:

— Já passei por uma tragédia e entendo como as famílias se sentem. Somos todos irmãos na dor. Conheci muitas pessoas, através do site www.gabrielasoudapaz.org, em que as pessoas podem entrar em contato comigo e se cadastrar para receber e-mails dos nossos movimentos.
O juiz Marcelo Alexandrino da Costa, que em outubro de 2010 foi baleado junto com os filhos em uma blitz da Polícia Civil, fez questão de comparecer à manifestação:

Sou juiz e agora sei, na pele, que as pessoas vítimas da violência se tornam invísiveis. Eu e meus filhos estivemos entre a vida e a morte, e até agora os policiais que atiraram na gente não foram denunciados. 

O advogado Cacau de Brito, de 53 anos, presidente do Movimento Rio Pede Paz — que presta apoio jurídico às famílias vítimas de violência — aproveitou a manifestação para anunciar um abaixo-assinado em prol das vítimas de bala perdida:

— Quero que as famílias recebam indenização sem a necessidade de aguardar o processo judicial, que em alguns casos podem levar anos. Algumas pessoas já conseguiram esse benefício, então eu quero estendê-lo à todas as famílias vitimadas.

Fonte: Extra Globo

domingo, 13 de março de 2011

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LIDERANÇAS NACIONAIS ESTARÃO NO JULGAMENTO DO CASO ANASTÁCIO CASSARO


O Drama da Família Cassaro está chegando ao fim.

Os acusados de serem os mandantes do assassinato do prefeito, Anastácio Cassaro, irão à Júri Popular, depois de 25 anos, no dia 29/03/2011 a partir das 08:30h em Vitória/ES.

Lideranças, de todo o Brasil, comparecerão ao julgamento em apoio e solidariedade à Família Cassaro.

São Movimentos que lutam pela Paz e Justiça, formados por vítimas da violência e ativistas solidários a causa, que lutam por MUDANÇAS NAS LEIS e por um Brasil mais justo.

Já confirmaram presença integrantes dos seguintes Movimentos: 

Movimento Gabriela Sou da PazCarlos Santiago e Sandra Domingues - Rio de Janeiro/RJ

MOVIDA (Movimento pela Vida) - Belém do Pará/PA

ASPACEM (Associação Paranaense contra Erros Médicos) - Belém do Pará /PA

Comitê Dórothy - Belém/PA

Movimento Mães na Dor - João Pessoa / PB

Movimento Paz e Justiça Mércia Nakashima - São Paulo/SP

Movimento Basta com Erros Médicos - Rio de Janeiro/RJ

AFVV (Associação das Famílias das Vítimas da Violência) - Cuiabá/ MT

Caso seja do seu interesse participar desse grande ato de cidadania entre em contato com os integrantes do Movimento Justiça Brasil e confirme sua presença através do e-mail: clovisjustica@hotmail.com

Contamos com a participação de toda a sociedade e esperamos que esse crime, que se arrasta há 2 décadas, seja devidamente julgado e os culpados punidos!

É o mínimo que se espera!

Justiça Brasil

Sandra Domingues

quarta-feira, 9 de março de 2011

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8 Anos Sem Gabriela - Homenagem e Solidariedade

No próximo dia 26 de Março (sábado) realizaremos uma homenagem à Gabriela pela passagem do seu oitavo ano de falecimento.

Estaremos no local onde ela foi vítima durante um assalto ao Metrô colocando flores e expondo camisetas de outras vítimas da violência que perderam a vida para violência urbana.

Aqueles que tiveram familiares vitimados estão convidados a trazer e colocar em nosso varal as camisetas de seus entes queridos.

Convidamos a todos que puderem comparecer para participarem dessa homenagem à Gabriela.

DIA: 26 de Março de 2011 (sábado)
LOCAL: Estação do Metrô de São Francisco Xavier (Largo da Segunda Feira) – Tijuca.
HORÁRIO: 10hs

Santiago – Pai de Gabriela



MOVIMENTO GABRIELA SOU DA PAZ SOLIDÁRIO AO PROJETO EFRAIM

A prefeitura de Mesquita cortou o convênio com o Projeto EFRAIM  e não estão mais fornecendo a comida das crianças.

O Projeto EFRAIM atende 80 crianças e vivem basicamente de doações.

Pedimos a todos que forem à homenagem da Gabriela que levem 1 kg de alimento não perecível, ou ainda roupas infantis, materiais de higiene, leite em pó, brinquedos, que serão entregues pessoalmente à Lídia, presidente do Projeto EFRAIM, que estará participando da homenagem.

Temos certeza que Gabriela e Cleyde, lá do céu, ficarão ainda mais felizes com a homenagem e com esse gesto de solidariedade.

Mais informações nesse tópico: Comunidade Gabriela sou da Paz

Contamos com a presença de todos nessa linda homenagem à saudosa Gabriela e com a participação nesse lindo gesto de solidariedade.
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COMO FÊNIX RENASCER É PRECISO...


PROJETO COOPERATIVA FÊNIX - LEMBRANÇAS VIVAS!

DECLARAÇÃO

Por melhor que seja o Jornalista, jamais superará nem retratará melhor a realidade de um fato, que a própria vítima!...

Nós que passamos por esta imensa catástrofe, seremos sempre a prova viva e ambulante da tragédia... Não é uma questão de orgulho, mas a triste constatação de uma realidade, vivida intensamente e que só poderá ser assimilada se pudermos externar nossos sentimentos, nossos traumas e nossa tristeza...
Não se trata da exploração da desgraça, mas uma catarse de tudo o que se encontra armazenado em nossas mentes. É como se à cada vez que contássemos o que presenciamos, o que vivenciamos e o que sofremos, conseguíssemos um pouco de paz.

NOSSO PLEITO:

Transformarmos a localidade de Campo Grande num "Memorial às Vítimas" e que em cada casa pertencente a uma família destruída, coloque-se a sua própria homenagem, com um tóten em Mosaico, feito pelos familiares ou amigos das vítimas, com a foto e nome de cada uma destas vítimas. 
Que estas vítimas recebam uma moradia digna e que possam desenvolver um trabalho para sua subsistência, tornando-se auto-sustentáveis.

Que se forme uma Cooperativa de trabalho - COOPERATIVA FÊNIX - "Lembranças vivas" - para todas estas famílias atingidas por esta enorme tragédia. para que juntas possam se confortar mutuamente e desenvolver um trabalho e que o lucro aferido por este trabalho seja dividido entre todas as famílias participantes em partes iguais.

Ensino e confecção e venda de objetos artesanais e artísticos 
Cursos de práticas Alternativas de saúde e atendimento
Plantio de mudas de Plantas Medicinais e sua utilização
Reciclagem 

Coloco-me ao inteiro dispor para dirigir este trabalho e juntas e desenvolvermos este núcleo em meu sítio sito à Estrada do Solar Renan nº 800 - Fazenda da Paz - Bairro da Posse, que foi também atingido, mas não se encontra em risco e onde poderei ensinar técnicas artesanais e alternativas e também aprender com tantas outras pessoas dotadas de experiência nas diversas artes.
Não consigo mais pensar em outro propósito, após ver tantas famílias destruídas, tantos conhecidos mortos! Não consigo mais visualizar minha casa como apenas uma moradia. Preciso dar um sentido à tudo o que estamos vivendo. 
Desde a tragédia não consigo pensar em outra coisa, não consigo trabalhar, nem me dedicar a nada mais além de ajudar meu Bairro e as pessoas que como nós passaram por este terrível trauma...
E em tudo isto, só vejo esta saída. Juntar as famílias atingidas e juntas tentarmos aplacar a nossa dor com trabalho, como uma Terapia e fonte de renda.
Desta forma, ocuparemos nossa mente e conseguiremos recuperar nossas vidas com o nosso próprio trabalho. 

Em frente ao meu sítio existe um local muito grande e sem risco de enchente ou desabamento, onde o dono já havia preparado para a construção de moradias, sei que ele concordará em repassá-lo a PMT e lá poderíamos construir muitas casas e com isto transformar o local num enorme Condomínio (tenho a sugestão de casas que ficarão prontas em pouquíssimo tempo e com Projeto da UFRJ e apoio da HOLCIM e CM-Carvalho Construtora)usando mão de obra local e gerando emprego e renda, onde as pessoas trabalhariam próximo as suas residências, unindo a atenção aos membros restantes de suas famílias e um trabalho e moradia dignos.

POSSÍVEIS PARCERIAS

PMT - Prefeitura Municipal de Teresópolis - Construção das moradias populares para as vítimas realmente comprovadas da tragédia e auxílio na aquisição dos primeiros materiais para o desenvolvimento dos cursos e da confecção dos trabalhos.
Direção e Facilitação para o desenvolvimento dos trabalhos e formação de grupos - Sonia Ramos
Moradores da Posse e Campo grande - Grupos de estudo e trabalho
Comercio Local - donativos para os cursos

CONCLUSÃO

Este é o meu pedido como moradora e vítima desta tragédia e o oferecimento de uma parceria, onde cada cidadão entrará com sua cota de participação para a reconstrução do Bairro e reablitação da cidade aos olhos do mundo.

Sei que o Governo Federal estará de pleno acordo com tal iniciativa popular e poderá nos ajudar como já vem ajudando. Não queremos ser um peso morto nem para o Município e muito menos para o Estado, queremos apenas DIGNIDADE e recuperar nossas vidas o mais rapidamente possível. E esta é a minha contribuição à cidade, o meu trabalho e a abertura das portas de minha casa para darmos inicio ao mesmo. Posso e quero iniciar esta proposta o mais rapidamente possível juntamente com uma comissão de moradores e peço a colaboração da Prefeitura Municipal de Teresópolis e o Governo do Estado para colocarmos em prática tal ideia o mais rapidamente possível.
As casas já estão autorizadas pela Presidenta Dilma Rousseff, a verba será Federal pelo que tenho lido, o espaço existe, a força de vontade idem, já que estou apresentado tal proposta, só necessitamos do apoio dos senhores.

Atenciosamente, 

Sonia Ramos

E-mail: consultora_2010@hotmail.com

Comunidade no Orkut: COMO FÊNIX RENASCER É PRECISO

sábado, 5 de março de 2011

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A HISTÓRIA SE REPETE...FERA DA PENHA X FERA DE CAXIAS!

" Monstros " Não podem ser chamadas de mulher !


Luciene Reis,

A Fera de Caxias...

Assassina confessa de Lavínia Azeredo de Oliveira, de 6 anos, Luciene Reis, 24, será indiciada por homicídio triplamente qualificado (crime premeditado, cometido por meio cruel e sem direito de defesa à vítima), com pena máxima de 30 anos de prisão. Segundo o delegado adjunto da 60ª DP (Campos Elíseos), Luciano Zahar, Luciene saiu de casa com intenção de matar a menina.

O corpo da menina Lavínia Azeredo de Oliviera, de 6 anos, que estava desaparecida desde 28/02/2011, foi achado na manhã do dia 03/03/2011 em um hotel simples, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Luciene presta depoimento na delegacia de Campos Elíseos (62ª DP). Ela está presa e confessou o crime, segundo o delegado Róbson Costa.
De acordo com a perícia inicial, Lavínia foi morta por asfixia com um cadarço de tênis no mesmo dia. O corpo foi achado por uma camareira e, segundo a polícia, já estava em decomposição.

A Justiça determinou a prisão temporária por 30 dias de Luciene Reis Santana, de 24 anos, acusada de assassinar a menina Lavínia Azeredo de Oliveira. Amante do pai da criança, Luciene foi presa na manhã do dia 02/03/2011 em Jardim Gramacho, local onde ela receberia R$ 2 mil para entregar a menina. O encontro foi uma emboscada planejada pela polícia com o auxílio do pai de Lavínia, Rony dos Santos Oliveira, e pelo ex-marido dela, Euzimar de Oliveira Silva.



Neyde Maria Lopes,

A Fera da Penha...

Neyde Maria Lopes nascida no Rio de Janeiro em 2 de março de 1937, ficou nacionalmente conhecida como "A Fera da Penha", é uma mulher que nos anos 60 foi acusada e condenada a 33 anos de prisão em regime fechado por seqüestrar, assassinar e incendiar uma criança de 4 anos nos fundos do Matadouro da Penha, no bairro de mesmo nome no subúrbio do Rio de Janeiro.

Começou em 1959, quando Neyde, na época com 22 anos de idade, conheceu Antônio Couto Araújo, e apaixonou-se por ele em plena Central do Brasil. 
Por cerca de 3 meses inteiros eles se encontravam. 
Mas logo ela acabou descobrindo por intermédio de um amigo que Antônio era casado e pai de duas crianças. 
Sabendo disto, ela exigiu que ele abandonasse a esposa e filhas para ser somente dela. Vendo que Antônio não abandonaria sua família, Neyde traçou outra tática: resolveu aproximar-se da família de seu amado.

Fingindo ser uma velha colega de colégio de Nilza Coelho Araújo, esposa de Antônio, Neyde conquistou a confiança desta e assim passou a visitar e conviver moderadamente, apesar da recusa de Antônio. 
A verdade é que Neyde não suportava sentir-se como sendo "a outra" na vida de Antônio e como este não se entregaria integralmente, ela decidiu tramar sua vingança contra o amante. 
A futura assassina viu em Tânia Maria Coelho Araújo, a "Taninha", de apenas 4 anos, filha mais velha do casal, o alvo perfeito para sua vingança.

No dia 30 de Junho de 1960, Neyde telefonou para a escola onde Taninha estudava e, dizendo-se Nilza, disse que não poderia ir pegar a filha, por isso mandaria uma vizinha (no caso, Neyde) apanhá-la. 
E foi exatamente o que aconteceu. Naquela mesma tarde, quando Nilza foi levar o lanche da filha, ficou sabendo de tudo e sondou a polícia, apesar de nem sequer imaginar que fosse Neyde quem tivesse levado a menina. 
Neyde ficou andando sem rumo com Taninha por cerca de 5 ou 6 horas por várias ruas, até que ao cair da noite ela passou na casa de uma amiga, no bairro da Penha, e por fim numa farmácia para comprar um litro de álcool. 
Então, às 20 horas, ela conduziu a menina ao galpão dos fundos do Matadouro da Penha, executou a menina com um único tiro na cabeça e pôs fogo em seu corpinho, antes de ir embora tranqüilamente.

Dias depois, presa, ela negou todas as acusações em um longo interrogatório de mais de 12 horas, mesmo tendo de confrontar fisicamente os pais da vítima e outras testemunhas. 
Mas, tempos depois, em desabafo com o radialista Saulo Gomes, confessou com frieza e calculismo todos os detalhes do crime, o que acabou lhe rendendo popularmente a alcunha de "A Fera da Penha", o que dura até hoje. 
Foi condenada a 33 anos de prisão, mas após cumprir 15 anos por bom comportamento, ganhou a liberdade. Diz-se que até hoje vive em um modesto apartamento na Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, e que se casou com o diretor da prisão em que cumpriu pena.

Fonte: Pasdemasque

Esse será também o fim da Fera de Caxias

Luciene Reis...
Será condenada à pena máxima...30 anos, mas se cumprir 1/3 da pena, tendo bom comportamento e andando com uma bíblia debaixo dos braços, daqui a 10 anos estará nas ruas...

Enquanto as leis não forem revistas e houverem penas rigorosas e serem cumpridas em sua totalidade, continuaremos lendo e assistindo atrocidades como essas.
Acompanhei o caso e inclusive coloquei no memorial da Gabriela no dia do desaparecimento e tinha muita esperança que a pequena fosse encontrada com vida.
Fiquei chocada e revoltada quando ouvi a notícia de que o corpo da indefesa criança tinha sido encontrado sem vida.
Sem nenhuma demagogia...que tipo de pena merece um monstro como esse se não a de morte??? Como um "ser humano" é capaz de fazer tamanha maldade com uma criança indefesa por pura vingança?
Essa "mulher" é um monstro em forma de gente. Tem 24 anos, 3 filhos, provavelmente de idades iguais ou inferiores a da pequena Lavínia...

Como pode uma mulher fazer isso, uma mãe ?!

"Os filhos são filhos de todas as mães, e as mães são as mães de todos os filhos”. (José de Paiva Netto)

Por mim anteciparíamos o encontro dessa maldita com o capeta...ela não merece um só centavo do imposto que pagamos para alimentá-la. Esse monstro em forma de mulher não merecia viver.
Mas uma vez que não existe pena de morte no Brasil, que esse monstro apodreça na cadeia!

E que a pequena Lavínia possa descansar em paz.

Sandra Domingues

DIGA NÃO À IMPUNIDADE

Exigimos que o Congresso Vote os 5 itens restantes do projeto de iniciativa popular, do 
Movimento Gabriela Sou da Paz entregue no Senado em 2006 pedindo a alteração de 6 itens do Código Penal...afinal é o desejo de 1.300.000 brasileiros que ali nos representaram.

Um dos itens do Projeto de Lei (item 3) vem de encontro ao que menciono acima, sobre o réu cumprir a pena em sua totalidade.

3) Fazer com que a aplicação de benefícios seja baseada no tempo total da condenação.

Pela legislação atual, mesmo que a soma dos delitos praticados tenha resultado numa pena de 40, 50 anos, os criminosos cumprem, em média, cinco a seis anos no máximo, porque os benefícios são concedidos tomando como base os 30 anos que a lei estabelece como pena máxima, e não o total da pena a que foram condenados.

quinta-feira, 3 de março de 2011

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Meu Momento com você Denuncia - Caso Luis Paulo

Ganhamos um aliado nessa luta também

Barjon de Mello apresentou em seu programa Meu Momento com Você, exibido em 01.02.11 ao vivo, os fatos que envolveram o crime, que ceifou a vida do jovem Luis Paulo, em São Paulo no dia 24.12.10, cometido, conforme a denúncia do Ministério Público, por um professor de uma FATEC!

O Barjon, como sempre, apresentou um ótimo programa e sem medir palavras falou tudo aquilo que gostaríamos de dizer.

Que Deus conforte essa família dilacerada pela dor e que ao menos possam ver a justiça ser feita, já que nada trará a vida do jovem Luis Paulo de volta.

Obrigada Barjon querido por atender prontamente o nosso apelo e por nos ajudar mais uma vez nessa busca por justiça. E pelo ser humano maravilhoso que você é.

Um abraço

Sandra Domingues