sexta-feira, 29 de julho de 2011

0

Movimento Gabriela Sou da Paz apóia a Marcha contra a Impunidade promovida pelo Rio de Paz

MARCHA CONTRA A IMPUNIDADE

O Movimento Gabriela Sou da Paz apóia o Rio de Paz e a Marcha contra a Impunidade, que será realizada na Praia de Copacabana, posto 6, no dia 31 de julho às 14h

PARTICIPEM

Santiago – Pai de Gabriela

quarta-feira, 27 de julho de 2011

0

Manifestação por Victor Hugo



Nesta sexta-feira, 29/07, haverá uma manifestação na escadaria da ALERJ às 17 horas.

Familiares e amigos clamam por Justiça!

Relembrando o caso...

O estudante Victor Hugo da Silva Braga, 15 anos, nunca mais vai ao cinema, sair com os amigos, namorar ou praticar esportes, como todo adolescente na sua idade. O sonho de se tornar delegado da Polícia Federal para combater o tráfico de drogas também não será realizado.

No dia 4 de julho, Victor Hugo, chamado carinhosamente por todos como Victinho, foi covardemente assassinado com um tiro na cabeça, vítima de um assalto. O crime aconteceu num dos lugares mais seguros para o rapaz - a porta da sua casa - onde morava com a sua família, no Raul Veiga, em São Gonçalo.

Naquele dia, o estudante saiu de casa por volta das 22 horas e foi a uma lanchonete comprar hambúrguer com um amigo, próximo a sua residência, na Praça dos Bandeirantes. Quando voltou para casa, a meia-noite, Victinho e seu amigo pararam para conversar um pouco no portão. No entanto, eles só não sabiam que seriam surpreendidos por dois bandidos dentro de um Palio prata, que anunciaram o assalto e ordenaram que os adolescentes se deitassem na calçada para serem revistados. 

De acordo com informações da Polícia, um dos marginais – que estava no carona, Deivid da Silva Oliveira, 23 anos - desceu do carro armado e disparou um tiro a queima roupa, de um revólver calibre 38, contra a nuca de Victor Hugo, sem o menino esboçar uma sequer reação, sem dizer uma palavra. Ironia do destino, Victinho, o menino que abominava drogas, foi morto por um viciado.

 Hoje, família e amigos do estudante clamam por uma única coisa: Justiça!


O Movimento Gabriela Sou da Paz apoia o protesto que a família e amigos de Victor Hugo da Silva Braga fará nesta sexta-feira, dia 29/07 às 17h na ALERJ.



Participem!!! 

Memorial Gabriela Sou da Paz:  Victor Hugo da Silva Braga

Santiago - Pai de Gabriela



terça-feira, 26 de julho de 2011

3

LEI DA IMPUNIDADE - 12.403/2011

15.06.11 - DEPUTADA KEIKO OTA PRONUNCIA CONTRA A LEI 12.403/2011


05.07.11 - DEPUTADA KEIKO OTA FALA EM PROL DA VOTAÇÃO DA PEC 300 E SOBRE A LEI 12.403/2011



LEI DA IMPUNIDADE - 12.403/2011

A deputada Keiko Ota não fez parte dessa "minoria" que votou na calada da noite, a favor da Lei 12.403/2011 e se tivesse votado, de certo que teria sido CONTRA.

A HORA É ESSA...CONTAMOS COM O APOIO E PRESENÇA DE TODOS!


segunda-feira, 25 de julho de 2011

0

DE FRENTE PARA O ALGOZ...


Dia 18 de julho, foi a audiência do caso do jovem Luis Paulo de Oliveira Barbosa, que teve a vida ceifada em 24 de dezembro de 2010, conforme acusação do Ministério Público, por um professor da FATEC por motivo torpe. E a pedido dos pais do Luis Paulo, estive com eles no Fórum da Barra Funda para acompanhar a audiência.

Tenho acompanhado desde janeiro o caso e os apelos constantes e emocionados desses pais, que não se conformam com a perda brutal do filho amado, e dói em mim cada relato, cada lágrima derramada.

Enquanto esperávamos o horário da audiência, na rampa do Fórum, o acusado, formalmente pelo Ministério Públicopassou por nós e não sei se vou conseguir passar aqui a revolta que senti.

Ao vê-lo vindo em nossa direção, caminhando de cabeça erguida, como se não devesse nada a ninguém e muito menos à justiça, passou por nós com indiferença, mas acompanhei a reação do Toni, pai do Luis Paulo, que ao vê-lo passar virou-se e ficou observando-o seguir adiante.

Naquele momento me perguntei:
- O que se passa na cabeça desse pai, vendo o algoz do seu filho passar na sua frente, livre, leve e solto? E a resposta não saberei dizer, mas ao virar-se novamente para nós com os olhos marejados senti em seu semblante o sentimento de impotência.

Definitivamente, Deus escolhe a quem dar determinados fardos, pois sabe que apesar da dor e revolta saberão suportar com dignidade e resignação. Não sei qual seria a minha reação diante de uma situação dessas e nem consigo imaginar.

Doeu em mim, assim como ouvir da Adriana, mãe do Luis dizer:- "Sei que meu filho não irá voltar, mas só terei paz quando o seu algoz sair daqui algemado".





O RÉU IRÁ À JÚRI POPULAR

Em 18/07/2011 a juíza decidiu na audiência que Luiz Claudio Marques de Albuquerque, acusado, formalmente pelo Ministério Público, pela morte do jovem Luis Paulo Oliveira Barbosa, vai à Júri popular, mas ainda não tem data marcada. Os advogados de defesa irão recorrer.

Esperamos que a Justiça seja feita, que o acusado seja condenado e que enfim a família do Luis Paulo possa ter um pouco de paz.

Sandra Domingues

quarta-feira, 20 de julho de 2011

0

Morre um dos envolvidos na morte de Gabriela Prado Maia Ribeiro


Acusado de envolvimento na morte de Gabriela Prado Maia Ribeiro é executado em Niterói

Augusto Aguiar

Oito anos e quatro meses após a trágica morte da estudante Gabriela Prado Maia Ribeiro, que chocou o país - em março de 2003, junto à estação do Metrô na Tijuca, Zona Norte do Rio - a equipe de investigação da Delegacia Legal do Fonseca (78ª DP) descobriu que um dos cinco acusados de envolvimento na tragédia, foi morto na “guerra do tráfico”em Niterói.

Na época a comoção popular da morte de Gabriela foi parar no Congresso Nacional, gerando campanhas de alteração no Código Penal Brasileiro.

Atualmente a história da jovem deu origem ao movimento “Gabriela Sou da Paz”, e seu nome batiza uma avenida no bairro da Tijuca. Suas cinzas foram lançadas na Praia da Barra da Tijuca.

Segundo levantamento da 78ª DP, Paulo de Souza Magalhães da Silva, de 30 anos, o “Paulinho”, fugitivo da comunidade do Fallet, uma das favelas beneficiadas com a implantação de três Unidades de Polícia Pacificadora (UPP) no Complexo de São Carlos, e um dos cinco condenados pela 35ª Vara Criminal do Rio pelo assalto a estação do Metrô, em 2003. Ele teria sido executado a tiros junto com outro homem, Marcos Vinícius da Conceição, o “Buiú”, oriundo da comunidade Nova Brasília (tráfico ligado a facção Comando Vermelho/CV), na Engenhoca, com anotação criminal por tráfico, após uma tentativa frustrada de invasão na comunidade vizinha Coronel Leôncio (de facção Terceiro Comando/TC), no dia 1º desse mês.

A ordem teria partido do “nº 1” do tráfico na Nova Brasíla, Luiz Paulo Gomes, o “Pão com Ovo”, apontado como um dos principais líderes do tráfico nos municípios de Niterói e São Gonçalo. Na ocasião, quatro moradores da comunidade sem antecedentes criminais ficaram feridos por balas perdidas. Segundo a polícia, o fato foi suficiente para o chamado “tribunal do tráfico” senteciar “Paulinho”e “Buiú”. 
No último dia 10, patrulheiros da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e agentes da Delegacia Legal de Neves (73ª DP), encontraram os dois corpos no porta-malas de um Honda Fit, roubado dias antes de uma médica, nas proximidades do Morro da Fallet, em Santa Teresa. O veículo foi abandonado às margens da Rodovia Niterói-Manilha (BR-101), na altura do bairro Boa Vista, em São Gonçalo. O fato foi registrado na 73ª DP, que inicialmente trabalhava para identificar os cadáveres.

Porém, ao investigar a ação do tráfico na Nova Brasília e tentativa de invasão na Favela Coronel Leôncio, a 78ª DP chegou aos nomes de “Paulinho” e “Buiú”, o envolvimento de “Pão com Ovo” e também a grande influência desse último junto as lideranças do tráfico no Morro da Fallet. A polícia descobriu ainda que simultaneamente criminosos ligados ao Comando Vermelho da Nova Brasília e Fallet estariam dando abrigo a comparsas procurados nos dois municípios.

O assalto a estação do Metrô na Tijuca 

Na tarde do dia 25 de março de 2003, quatro assaltantes – identificados como Paulo de Souza Magalhães da Silva, o Paulinho”, Luiz Augusto Castro de Souza, o “Lídio”, Carlos Eduardo Soares Ramalho, o “Nêgo”, e Rafael Gomes, o “Gago” - atacaram uma das bilheterias da Estação São Francisco Xavier, do Metrô, na Tijuca. Além de bilhetes e vales-transporte, os acusados roubaram R$ 619,00. Os acusados renderam bilheteiros e um segurança e na ocasião, segundo a polícia, armado “Paulinho” fazia a chamada “contenção”, para garantir a ação dos comparsas. Porém, durante o assalto a quadrilha se deparou com um policial civil (de Brasília), que encontrava-se comprando um bilhete. A vítima foi imobilizada e baleada. Outro policial civil que descia as escadas da estação do Metrô trocou tiros com os criminosos. Ele também foi baleado.

No confronto a estudante Gabriela Prado Maia Ribeiro, que também descia as escadas da estação , foi atingida e faleceu. A repercussão do fato foi uma comoção no país e a certeza que providências urgentes teriam de ser tomadas pelas autoridades para conter a escalada da violência no estado. O corpo de Gabriela foi cremado em 27 de março e suas cinzas lançadas na Praia da Barra da Tijuca, em 6 de abril.

Os quatro acusados do crime foram presos, e a 35ª Vara Criminal do Rio, proferiu sentenças que variavam de 19 a 36 anos de reclusão. 
As defesas recorreram e a sentença chegou a ser anulada por decisão da 5ª Câmara Criminal, que não caracterizou as provas como suficientes para comprovar que o tiro que matou a estudante partiu da arma dos réus.

Dias após o crime foi criada pela família da vítima a campanha “Gabriela Sou da Paz”, cujo objetivo maior é cobrar das autoridades iniciativas visando reduzir os índices de criminalidade na cidade.

Fonte: A Tribuna

UMA VEZ MARGINAL...SEMPRE MARGINAL!

Um a menos para o Estado sustentar!

Sandra Domingues
4

Nicole Mayra da Silva Nogueira e Maiara Natalie da Silva, vítimas da maldade humana


Nicole Mayra da Silva Nogueira, Maiara Natalie da Silva, ambas com 9 anos, foram brutalmente assassinadas a facadas na manhã de 11/07/2011, no Jardim Betânia, zona norte de Sorocaba, que fica a 90 quilômetros de São Paulo. Os corpos das duas meninas foram encontrados com várias perfurações de faca.

As duas meninas foram mortas por causa de R$ 74,00 que seriam usados para comprar MAIS droga, (pois o Assassino alegou estar drogado). Wellingtom, de 20 anos, assassino confesso, é cunhado de uma das meninas, pai de uma filhinha, de apenas 1 ano.

E como de praxe, o assassino ajudou nas "buscas " e participou do enterro das pequenas, frio e calculista, agiu como um mero espectador, até ser desmascarado e preso.

Ainda que nada traga a vida dessas duas inocentes crianças de volta é justo e necessário que a justiça seja feita e que esse Monstro responda criminalmente pelo que que fez.

Quanto valia a vida dessas duas pequenas crianças? 

Vamos saber daqui uns anos, (pois estamos falando de Brasil), não quando a sentença for proferida...julgado e de certo condenado, mas pelo tempo que o assassino irá "cumprir" de prisão.


REVISÃO DO CÓDIGO PENAL JÁ, mas a favor das vítimas e não da Marginalidade!

A reportagem feita pelo Domingo Espetacular, da Rede Record é muito triste e revoltante...

sábado, 16 de julho de 2011

1

Quem matou Jéssica Phillip Giusti ?


Quem matou Jéssica Phillip Giusti ?

A estudante, Jéssica Phillip Giusti, 21 anos, morreu em decorrência de golpes na cabeça e o corpo foi deixado em uma estrada de terra, em Três Rio-RJ, em 18/10/2010.   

Jéssica Phillip Giusti que era piracicabana, cursava Direito na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Três Rios, cidade no interior do estado, na divisa com Minas Gerais. 

O crime aconteceu entre 4h50h e 5h30 da manhã de segunda-feira (18/10), logo após o desembarque.

Na noite anterior, a mãe, Simone e o marido levaram a estudante até o terminal Tietê, na capital paulista e lá Jéssica embarcou em um ônibus da Viação Cometa para Três Rios. O ônibus chegou ao terminal rodoviário da cidade fluminense às 4h50 da manhã.

Na gravação das câmeras de segurança do terminal, Jéssica olha diversas vezes para trás. “Ela olhava em direção dos taxis, que naquela hora da manhã nunca estão lá. Creio que ela estava sendo perseguida”, conta a mãe. 

Nascida e criada em Piracicaba, Jéssica Phillip Giusti estudava há um ano na UFRRJ. Ela passou o final de semana com os pais e chegou a Três Rios na manhã de segunda-feira. A universitária morava a dois quarteirões do Terminal Rodoviário Arsonval Macedo, mas no caminho entrou ou foi levada a força para dentro de um carro. O corpo dela foi encontrado com vários ferimentos no crânio a 17 quilômetros, próximo a Rodovia BR-040. De acordo com as primeiras informações da perícia, não houve violência sexual ou sinais de luta. 

A polícia de Três Rios investiga o caso, mas ainda não há informação sobre o autor do crime. A família acredita que mais de uma pessoa esteja envolvida no assassinato.

Jéssica Phillip Giusti e a avó Úrsula

9 meses de passaram e até o momento nada foi feito.

Um crime covarde, cruel e brutal

Envolto em mistérios, mas nada que possa ficar para sempre escondido.

A verdade virá à tona e os culpados responderão pelo que fizeram a essa linda jovem.

É certo que nada trará a Jéssica de volta, mas é necessário que seja feito Justiça!

A família de Jéssica aguarda por uma resposta da polícia, que o crime seja esclarecido e espera que os culpados sejam punidos.

Qual o mistério que envolve a morte da jovem Jéssica Phillip Giusti?

Link Relacionado:


quinta-feira, 14 de julho de 2011

5

Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência (Crimes Hediondos)


Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência (Crimes Hediondos)

24 de agosto às 09:00h 
Auditório Freitas Nobre - Subsolo do anexo IV
Brasília - DF

A Deputada Keiko Ota, eleita em São Paulo com uma quantidade expressiva de votos, de cidadãos que vêem nela a esperança de mudanças, convida as famílias, vítimas de violência, para participarem da Frente Parlamentar em Defesa das Vítimas de Violência (Crimes Hediondos),  que acontecerá no dia 24 de agosto às 9:00h, no Auditório Freitas Nobre - Subsolo do anexo IV.

A Deputada apresentará aos parlamentares uma proposta que vem ao encontro do que buscamos e precisa do apoio das famílias vítimas de violência para que seu grito por justiça seja o de todos nós.

Faremos uma grande mobilização no gramado, em frente ao Planalto, onde cada família poderá expor um pertence do ente vitimado, falar da sua dor e luta e o grupo apresentará aos parlamentares o Projeto de Lei proposto pela deputada Keiko Ota.

Entre os principais temas a serem discutidos na Frente Parlamentar destaco:

* Programa de acompanhamento psiquiátrico e psicológico as vítimas de violência e seus familiares;
* Contra a progressão penal;
* Contra a concessão do benefício de Saídas Temporárias aos detentos;
* Acompanhar o crescimento da prática de crimes hediondos no Brasil; 
Apresentar medidas que contribuam para a retirada do Brasil do topo do ranking mundial de homicídios

Contamos com a sua participação para que o grito de justiça não seja de uma pessoa só, para que juntos possamos buscar as mudanças que esperamos, um país mais justo, com leis mais justas.

Movimentos e Familiares de Vítimas que já confirmaram presença:



Movimento Paz e Justiça Ives Ota - Masataka Ota – SP;
Movimento Gabriela Sou da Paz - Carlos Santiago e Sandra Domingues – RJ;
Movimento Maria Cláudia Pela Paz - Marco Del'Isola e Cristina Del'Isola – DF;
Movimento Giorgio Renan por Justiça - Elizabeth Metynoski – PR;
Movimento Cadê Patrícia - Adriano Franco e Felipe Franco – RJ;
Movimento Mães na Dor - Hipernestre Carneiro – PB;
Movimento Anjos de Realengo - Adriana Maria Machado – RJ;
Movimento Basta com Erros Médicos - Sandro Machado de Lima – RJ;
Movimento O Rio Pede Paz - Dr. Cacau de Brito – RJ;
Movimento Bruna Pela Vida - Bárbara de Oliveira Carneiro – DF;
ONG Brasil Sem Grades - Luiz Fernando Oderich - RS;
ONG Rodas da Paz - Beth Davidson e Persio Davidson – DF;
ONG Cure o Mundo - Natália Pereira – SP;
CONVIVE - Francisco Régis Lopes – DF;
Fundação Bruno Escobar - João Márcio Escobar – MS;
AVIM - Ana Lúcia Barbosa - mãe de Allan Barbosa – PA;
Juiz Marcelo Alexandrino – RJ;
Ari Friedenbach - pai da Liana Friedenbach –SP;
Tânia Lopes - irmã do Tim Lopes – RJ;
Paulo Roberto - pai do João Roberto Soares Amorim – RJ;
Adriana e Antônio Barbosa - pais do Luis Paulo Barbosa –SP;
Cassiano Pimentel - primo do Jornalista Walter Pimentel – SP;
Marion e Carlos Terra - pais do Lucas Terra – BA;
Célia e Elson Nascimento - pais do Elton de Oliveira Nascimento – PB;
Eduardo e Cléia Regina Rodrigues - pais do Diego Machado Rodrigues – RS;
Simone Monteiro - mãe da Jéssica Phillip Giusti – SP;
Adriana Cristina Pimentel - mãe da Eloá Pimentel – SP;
Patrícia Klemtz - mãe do Thiago Klemtz – PR;
Franciana Rosal - mãe de Paulo Roberto – DF;
Marizete Rangel - mãe de Fabrício Rangel – RJ;
Iêda Vale - mãe do Rodrigo Vale Fonseca – DF;
Silvana Leal - mãe do João Cláudio Cardoso Leal – DF;
Alessandra Ramos Bandeira - irmã de Priscila Tavares Ramos – SP;
Ana Paula Cavalcanti - mãe do Matheus - João Pessoa – PB;
Eduardo e Regina Rodrigues - pais do Diego Machado Rodrigues - RS.

Caso faça parte dessa luta e seja do seu interesse participar do evento, confirme presença através do e-mail: srsdomingues@terra.com.br

Atenciosamente,

domingo, 10 de julho de 2011

1

3 meses da Tragédia do Realengo


Dia 08/07, 3 meses após a tragédia que vitimou as crianças na Escola Municipal Tasso da Silveira em Realengo, voluntários do Movimento Gabriela Sou da Paz e parlamentares de Brasília, dentre eles a Deputada Federal Keiko Ota, estiveram presentes em Realengo para prestarem uma homenagem aos anjos da tragédia e solidariedade as famílias das crianças.

A Deputada Keiko levou conforto as famílias com uma palavra de fé e de esperança, explicando-lhes que a missão dessas crianças é muito grande, que a passagem deles por aqui não foi em vão e pediu as famílias que transformem a Escola Municipal Tasso da Silveira mais do que um memorial, numa referência para o Brasil todo.

Ainda muitos abalados e sofridos com a perda das crianças as famílias puderam falar com pouco de suas dores e da luta que começaram para que outras famílias não venham a passar pelo que estão passando.