quarta-feira, 30 de novembro de 2011

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Quando a OMISSÃO predomina a MALDADE fala mais alto


Cauane Borges da Silva, mais um anjo inocente, vítima do desamor

Apesar de lidar com essas tragédias, e uma pior do que a outra, há 3 anos...algumas, mais do que outras, acabam com o meu emocional e foi com imensa tristeza que cadastrei esse caso no Memorial Gabriela Sou da Paz, que me deixou amargurada e com um enorme sentimento de impotência...a sensação de que está mais do que na hora do mundo acabar, pois parece que não existe mais salvação para o desamor que se instalou nesse planeta.

Não dá para entender por que esse psicopata, "que se intitula pai", pegou a criança se nem ele e a companheira tinham paciência e condições de cuidar da menina. Estavam com a pequena há 1 mês e meio, imagino o quanto a indefesa criança sofreu nas mãos desse casal, durante esse período.

Mas e a mãe ??? Que "mãe" é essa que "abandona" um bebê de 2 anos por 1 mês e meio e nem vai visitá-la ou procura saber se está bem?! Agora nem adianta vir com lágrimas de crocodilo e fazer drama na TV, que não convence!

Os vizinhos então...agora aparece um monte para dar entrevistas e dizer que ouviam a criança chorar...e ainda têm a coragem de dizer que isso era corriqueiro e que nem se incomodavam mais com o choro da menina.

É impressionante a frieza e maldade do ser humano...como uma pessoa pode ficar omissa a um choro (pedido de socorro) de um bebê?!

Estou com o coração doendo até agora de imaginar o sofrimento dessa menina e revoltada com a atitude de TODOS os protagonistas e coadjuvantes dessa terrível história.

Ao primeiro sinal de desgraça...Grite...Denuncie!



Cauane Borges da Silva poderia ter tido uma outra história para contar, se não fosse a crueldade e omissão do ser humano!



domingo, 27 de novembro de 2011

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Lucas Terra traído por sua inocência...Mais um revoltante caso de Impunidade!


Promotor acredita que acusados de matar Lucas Terra vão a júri popular 

Conforme denuncia do Ministério Público, Lucas Terra, de 14 anos foi abusado sexualmente e queimado vivo em 2001

Réus atuais são um pastor e um bispo da IURD 

Às portas fechadas, a última audiência sobre o assassinato do garoto Lucas Terra, para decidir se dois acusados irão a júri popular, ocorreu na sexta-feira (25), na 2° Vara do Júri Sumariante, no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. O crime aconteceu há dez anos e foi marcado por requintes de crueldades: o adolescente foi abusado sexualmente e queimado vivo aos 14 anos, em março de 2001.

Os atuais réus são um bispo e um pastor da Igreja Universal do Reino de Deus. O principal autor do crime é o pastor Silvio Roberto Galiza, que já foi condenado a 23 anos de prisão, teve a pena reduzida para 15 anos e hoje responde em regime semiaberto. 

A defesa de Silvio Roberto Galiza conseguiu a transferência do regime fechado para o semi-aberto na Colônia Lafayete Coutinho, junto ao juiz José Carlos Rodrigues do Nascimento, da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça.

Galiza cumpria pena em regime fechado há quatro anos e seis meses. Em junho de 2004 foi proferida ao acusado uma sentença de 23 anos e quatro meses de prisão. Um segundo júri ocorreu e a pena foi reduzida para 18 anos. Em 2007, o Tribunal de Justiça da Bahia reduziu o tempo de reclusão para 15 anos.

Ele acusou o bispo e o pastor de participação no assassinato, porque, Lucas Terra ao entrar no Gabinete Pastoral da Universal no bairro da Pituba em Salvador, flagrou o bispo Fernando e o pastor Joel, fazendo SEXO, com receio que Lucas fosse comentar o flagrante, resolveram assassina-lo.
Os dois ainda não foram julgados. “Eles estão em liberdade, passeando por ruas e shoppings de Salvador como se nada tivesse acontecido, como se um cachorro tivesse sido morto”, lamenta o pai, Carlos Terra.

A promotoria acredita que os acusados irão a júri popular. “Não tenho a mínima dúvida que os dois serão submetidos a julgamento popular muito em breve se Deus quiser”, relata o promotor David Gallo. No fim da audiência, os acusados saíram do local sem falar com a imprensa e sob protesto da mãe da vítima, que dizia: “Fujam, seus assassinos, é só isso que vocês têm que fazer. Se esconder, entrar e sair pela porta dos fundos”.

As testemunhas de defesa foram ouvidas na sessão judicial e, a pedido dos advogados, os pais da vítima não puderam assistir os depoimentos. “A gente se sente humilhados como pais do Lucas, esperando que a Justiça seja feita”, diz a mãe Marion Terra. Segundo a Promotoria de Justiça, o adolescente foi abusado sexualmente, colocado em uma caixa de madeira e queimado vivo em um terreno baldio na Avenida Vasco da Gama, na capital baiana.

Do G1 BA, com informações da TV Bahia


Acesse o Blog e conheça a luta, há 10 anos, dos pais de Lucas Terra, por JUSTIÇA: 



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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

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O pequeno João Roberto Amorim Soares não teve uma 2ª chance

A JUSTIÇA QUE NÃO VEM...

"A fita (imagens que mostram a ação) é clara e estou confiante na condenação. Não entendo até hoje porque agiram daquela forma. O modelo do carro era diferente, a cor era diferente", disse Alessandra, antes de ser divulgado o veredito.


"Saí do tribunal estarrecido. Continuo com meu sofrimento e não consigo fazer justiça pela morte de meu filho. Fizeram uma barbárie com minha família", disse Paulo Roberto, em entrevista à Rádio Bandnews.

O pai da criança criticou a postura violenta dos PMs durante a ação.


"Eles (policiais) chegam para matar e tem gente que acha certo. Foi um verdadeiro milagre tirar minha esposa e outro filho com vida daquele carro. Eu quero justiça, mas infelizmente não consigo".

IMPUNIDADE!!!

Ninguém responde pelo crime, mas os pais de João Roberto só têm uma certeza...o menino está morto!

O cabo Elias Gonçalves da Costa Neto se eximiu totalmente da culpa e a jogou para o cabo Willian de Paula. A esperança é de que no 2º julgamento do cabo Willian, que ainda não tem data marcada...enfim a justiça seja feita!


Ninguém atira 17 vezes, num carro parado, onde não há revide de tiros...sem a intenção de matar!

De certo que os policiais não tinham a intenção de matar a criança, porém, não titubearam em atirar, sem se certificar se, de fato, eram ou não os criminosos perseguidos que estavam naquele carro.

O mais coerente seria que, ao verem o carro parar, esperassem a chegada do reforço policial, ou quando muito, que atirassem caso houvesse troca de tiros...o que NÃO HOUVE e nem poderia haver...pois no carro tinham apenas 3 inocentes; entre eles um anjo que pagou com a própria vida, pela falta de preparo e irresponsabilidade desses policiais.


O QUE SERÁ DE NÓS SE TODOS OS POLICIAIS AGIREM ASSIM?

Absolvê-los e isentá-los da culpa abre precedentes para que qualquer policial, à serviço, possa abordar qualquer cidadão à base de tiros.


A JUSTIÇA QUE NÃO CHEGA...

O carro perseguido era de outro modelo e os policiais tinham conhecimento disso, além do que, marginal algum estaciona o carro para dar passagem à polícia!
Eles mataram o pequeno João Roberto e o inocente, infelizmente, não teve uma 2ª chance, como eles estão tendo!!!


Mas a luta continua e não vamos deixar de clamar por Justiça!

Ao Paulo Soares, Alessandra Soares e familiares do pequeno João Roberto Amorim Soares todo meu carinho e solidariedade.

Sandra Domingues


Link Relacionado:


Julgamento do 2º acusado de ter assassinado o pequeno João Roberto Amorim Soares

terça-feira, 22 de novembro de 2011

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Caminhada em memória das vítimas de trânsito atrai cerca de 300 pessoas no Parque do Ibirapuera

Ricardo Viveiros era pai de Ricardo Viveiros Filho, 26 anos, e avô da pequena Mariana Valente Viveiros de Paula, de apenas 6 meses, que faleceram em 1996, vítimas de um acidente de trânsito. O motorista atravessou o sinal vermelho na Rua da Cantareira, no centro de São Paulo, em altíssima velocidade. 
O caso ficou impune durante 14 anos e o julgamento ocorreu somente nesse ano. O culpado, foi condenado à 1 ano e nove meses, mas responderá seus crimes em liberdade, pois é réu primário. Ou seja o caso esteve impune por 14 anos e continuará IMPUNE...
Marta Consoli, mãe de Bianca Consoli e familiares da jovem, que foi assassinada há dois meses, na zona leste de São Paulo, dentro de sua própria casa. O caso continua um mistério, nenhum suspeito foi apontado pela polícia e o caso continua impune. E familiares do jovem André Neres Maciel, vítima de um acidente de trânsito, em outubro desse ano.
Rafael Baltresca, filho de Miriam Afif José Baltresca, dona de casa de 58 anos e irmão de Bruna Baltresca, advogada de 28 anos. Mãe e filha foram atropeladas às 23h do sábado de 17 de setembro de 2011, enquanto caminhavam na calçada da via lateral da Marginal Pinheiros. Elas saíram do shopping Villa-Lobos e andavam em direção ao próprio carro quando foram atingidas pelo Golf. Miriam morreu na hora. Bruna foi levada para a Santa Casa gravemente ferida, não resistiu aos ferimentos e morreu.
Apoio da ONG Cure o Mundo, sempre presente nas manifestações
Sra. Nilza, esposa do Sr. Edson Roberto Domingues, de 55 anos, que ficou com 90% do corpo queimado após seu carro pegar fogo em uma colisão com um Camaro, na Zona Norte de São Paulo, no dia 30/09/2011, vindo a falecer em (04/10/2011) no Hospital das Clínicas.
Iolanda Silva, mãe do pequeno Werwethon Fernando Assis de Jesus, de 6 anos, que foi atropelado pelo motorista da perua escolar que o trazia, no dia 04/09/2008, em Barueri-SP.
Adriana Barbosa e José Antônio Barbosa, pais do jovem Luis Paulo Oliveira Barbosa, morto em dezembro de 2010, por um professor da FATEC. Valquiria Marques, mãe de Wagner Marques dos Santos, assassinado há 15 anos por PMs e o caso continua impune. E as crianças; Lívia e Yasmim, a mascotinha do Movimento Gabriela Sou da Paz.
Presença dos casais; Maria Luiza Hausch e Erich G. Hausch, pais de Alex Hausch e José Carlos Marino e Jandira Urbinati,  pais de João Victor Urbinati, vítimas de acidentes de trânsito.
Ariomar Damasceno, irmão do gari Alex Damaceno de Souza, 26 anos, que foi um dos três garis atropelados na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O acidente ocorreu por volta das 7h40, na pista expressa, sentido Interlagos, no acesso à Ponte Ary Torres, na região do Morumbi, no dia 22/10/2011.

Caminhada em memória das vítimas de trânsito atrai cerca de 300 pessoas

Grupo UDVV (União em Defesa das Vítimas de Violência) promoveu neste último domingo, (20 de novembro), a caminhada para lembrar as vítimas de violência no trânsito. Ocorrida no Parque do Ibirapuera, na zona sul da capital paulista, a manifestação marcou o dia em memória das vítimas de trânsito e seus familiares que é instituída pela ONU em todo o terceiro domingo do mês de novembro.
Este dia lembra da necessidade em alertar o poder público acerca das mortes ocorridas no trânsito e de levantar medidas para conter a violência no trânsito.
deputada Keiko Ota lembrou da importância deste evento: “Ao longo do ano morrem cerca de quarenta mil pessoas vítimas de acidentes de trânsito, na maioria das vezes são jovens que tem sua vida ceifada precocemente. Precisamos de leis mais duras para aqueles que dirigem bêbados. Veja o caso do Rafael Baltresca que perdeu a mãe e a irmã por causa de um irresponsável”.
O ato serviu também para angariar assinaturas para uma petição pública, organizada pelo Rafael Baltresca, que prevê punição mais severa para aqueles que dirigem alcoolizados.
A coleta de assinaturas pode ser feita pela Internet, através do site: www.naofoiacidente.org e que até o momento já conseguiu cerca de duzentas mil assinaturas.
Revoltante saber que em nosso país a vida de duas pessoas vale 1 ano e nove meses de prisão e o assassino cumpre a pena em liberdade, enquanto o pai de família que roubou duas latas de atum e uma lata de óleo foi condenado à 1 ano e meio de prisão, em regime fechado. Não que eu ache correto roubar, mas a vida do filho e da netinha do Sr. Ricardo Viveiros valia MENOS do que uma lata de óleo, para os nossos legisladores!!!

Minha esperança e confiança de que a deputada Keiko Ota, que também perdeu o filho, Ives Ota, de apenas 8 anos, vítima da violência, consiga reverter essa triste, revoltante e dolorosa realidade!!!
E é essa tem sido a luta do grupo UDVV (União em Defesa das Vítimas de Violência), presidido pela deputada Keiko Ota, que é formado por vítimas da violência, ativistas e movimentos que lutam por Paz e Justiça e tem o total apoio da ONG Cure o Mundo e do Movimento Gabriela Sou da Paz.
A HORA É AGORA...
Vários movimentos e amigos de luta, há anos buscam por leis mais justas e pelo fim da impunidade, mas mesmo diante de todos os esforços, dedicação e luta, nada de efetivo foi conseguido até agora, apenas um dos itens do Projeto de Lei do Movimento Gabriela Sou da Paz foi aprovado...mas ainda existem 5 itens a serem votados e o projeto continua parado no senado. Precisamos pressionar, para que a luta não tenha sido em vão!
Essa é a 1ª vez que temos uma vítima da violência, que luta há anos por justiça, lá no congresso...uma pessoa que além da luta, tem no peito a mesma dor das vítimas da violência, sabe o que é ser vítima da impunidade.
Minha esperança é que ela consiga levar os projetos adiante...em prol de benefícios para as vítimas e endurecimento do código penal, mas para isso é necessário que toda sociedade se engaje nessa luta e primordial o apoio das vítimas de violência.
Boa vontade a deputada federal Keiko Ota tem e eu que tenho acompanhado de perto o seu trabalho posso afirmar isso...porém uma andorinha só não faz verão!
Sandra Domingues

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

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Um Dia Por Ti - Dia em Memória das Vítimas da Violência e Impunidade


Ato em memória e homenagem as vítimas de violência 

O Um Dia Por Ti foi criado por vítimas da violência e movimentos que lutam por Paz e Justiça no Rio de Janeiro. A idealização do evento é do jovem Adryano Franco, irmão da engenheira Patrícia Franco que está "desaparecida" desde junho de 2008 e ao que tudo indica tenha sido morta e o corpo ocultado, por policiais, depois de ser abordada em uma blitz.

No ano passado o evento que foi criado e inaugurado,  para homenagear as vítimas de violência do estado do Rio de Janeiro, teve um painel gigante exposto, onde constava o nome de diversas vítimas, por arma de fogo, trânsito, erro médico...
Com o sucesso do evento, esse ano os organizadores decidiram expandir a homenagem à nível nacional e estão convidando vítimas de diversos estados do Brasil, onde será incluído no painel, utilizado no ano passado, adesivos com os nomes dos entes vitimados, por parte das famílias que participarem do evento.

Um Dia Por Ti conta com o apoio do Movimento Gabriela Sou da Paz e da ONG Rio de Paz, além de vários familiares de vítimas da violência.

Será também montado um varal na praia, no qual serão expostas centenas de camisetas com fotos de vítimas da violência, cedidas pelo Movimento Gabriela Sou da Paz.
  
Dia: 4 de dezembro (domingo) de 2011
Horário: A partir das 10 horas
Local: Praia de Copacabana – Av. Atlântica com Princesa Isabel (Em frente ao antigo Hotel Meridian).

terça-feira, 15 de novembro de 2011

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Missa de 2 anos em memória do pequeno Pedro Branco Couto Rodrigues

"Meu maior desejo é tocar seus dedinhos, ver o seu sorriso, ouvir sua voz a me chamar. Não fico mais velha hoje, morro um pouquinho cada dia sem você. Onde vc estiver, meu amor, esta aí meu coração, minha alma. Aqui, só meu corpo tentando encontrar o resto..." (Kátia Couto)


Missa de 2 anos em memória do pequeno Pedro Branco Couto Rodrigues

Kátia Regina Dias Couto, mãe do pequeno Pedrinho, convida para a missa de 2 anos, da passagem, de forma trágica, do menino.

Pedrinho, de apenas dois anos, foi arremessado, em 18 de novembro de 2009, do 18º andar de um prédio em São Paulo, por seu pai, que estava inconformado com o fim do relacionamento, e após atirar o menino se jogou. Os dois vieram ao óbito imediatamente.

A missa será realizada em 18 de novembro de 2011 às 19h30m, 
na Igreja Santa Teresinha. 

Praça Domingos Correia da Cruz - 140 - Santa Terezinha São Paulo - SP

Que seu caminho seja repleto de luz"
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Julgamento do 2º acusado de ter assassinado o pequeno João Roberto Amorim Soares


O julgamento do soldado Elias Gonçalves da Costa Neto que acompanhava o cabo William de Paula e é acusado de matar o pequeno João Roberto Amorim Soares será realizado no dia 24 de novembro de 2011, no 2º Tribunal do Júri, às 13 horas, no Rio de Janeiro.

O cabo William de Paula, acusado de matar o menino, João Roberto, 3 anos, na Tijuca, foi absolvido pelo crime de homicídio doloso, por quatro votos a três, em julgamento no dia 10/12/2008 no 2º Tribunal do Júri. Ele foi condenado por lesão corporal leve contra a mãe e o irmão do menino a sete meses em regime aberto, mas a pena foi convertida para prestação de serviços comunitários por 1 ano.
O Ministério Público recorreu e, em 2009, a Justiça anulou a sentença, determinando que o acusado fosse levado a novo julgamento pelo Tribunal do Júri. O denunciado Elias Gonçalves recorreu da sentença de pronúncia. Com isso, o seu processo foi desmembrado e ele será julgado pelo 2º Tribunal do Júri.

Conforme denuncia do Ministério Público, o menino João Roberto Amorim Soares, de 3 anos, foi baleado no dia 06/07/08 na Tijuca, quando policiais militares metralharam o carro de sua mãe, a advogada Alessandra Soares, e morreu às 20h10 do dia 07/07/08. De acordo com testemunhas, o carro teria sido “confundido” por policiais como o veículo usado por criminosos em fuga.
Pelo menos 20 disparos teriam sido feitos, sendo que um acertou a criança na cabeça e dois atingiram a mãe - na perna e na barriga. O tiroteio aconteceu a duas quadras da 19ª Delegacia de Polícia. 

Memorial Gabriela Sou da Paz: João Roberto Amorim Soares (Assassinato) 

O que a família do pequeno João Roberto e a sociedade espera é que dessa vez seja feito justiça e que os responsáveis por terem ceifado, de forma irresponsável, a vida da pequena criança sejam punidos. Que a Justiça seja feita...ainda que tardia!!!


"Eu sou cidadão de bem, eu pago meus impostos, eu estava trabalhando pra isso... Eu não posso pagar por essa sociedade podre que eles construíram... eu sou uma pessoa de bem... é isso que eu sou..." (Paulo Soares)


Link Relacionado:

O pequeno João Roberto Amorim Soares não teve uma 2ª chance

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

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CAMINHADA NO IBIRAPUERA - DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO TRÂNSITO


CAMINHADA NO IBIRAPUERA - DIA MUNDIAL EM MEMÓRIA DAS VÍTIMAS DO TRÂNSITO

Grupo UDVV (União em Defesa das Vítimas de Violência), presidido pela deputada federal Keiko Ota, organiza para o próximo domingo, dia 20 de novembro às 09h30m uma caminhada no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, em homenagem ao Dia Mundial das Vítimas de Trânsito que contará com a presença de familiares de vítimas de trânsito:

Rafael Baltresca - filho e irmão de Miriam Baltresca e Bruna Baltresca;
José Carlos Marino e Jandira Urbinati - pais de João Victor Urbinati;
Erich G. Hausch e Maria Luiza Hausch - pais de Alex Hausch;
Iolanda Silva - mãe do pequeno Werwethon Fernando Assis de Jesus;
Nilton Gurman - tio de Vitor Gurman;
Ariomar Damasceno - irmão do gari Alex Damasceno de Souza;
Ricardo Viveiros - pai de Ricardo Viveiros Filho e avô da pequena Mariana Viveiros de Paula;
Nilza das Graças Socorro - esposa de Edson Roberto Domingues.

E diversos familiares de vítimas da violência, pessoas da sociedade cívil e movimentos que lutam por paz e Justiça!

Venham participar conosco dessa caminhada!

Contamos com o apoio e presença de todos!

Data: 20 de novembro de 2011
Horário de Concentração: 09h30m
Previsão de saída da caminhada: 10h30m
Local: Parque do Ibirapuera - São Paulo
Concentração: Portão 4 (Em frente a passarela do Detran)

A Organização das Nações Unidas (ONU) institui o terceiro domingo de novembro como data anual para alertar o poder público e a sociedade sobre a necessidade de se adotar medidas que evitem a ocorrência de acidentes de trânsito.

Só no Brasil, todos os anos, são cerca de 430 mil desastres automobilísticos, 619 mil vítimas não fatais e 38 mil mortos. Sendo a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos.

Você pode mudar o trânsito com sua atitude!

Participe do Abaixo-assinado INICIATIVA POPULAR SOBRE CRIMES DE TRÂNSITO QUE ENVOLVAM A EMBRIAGUEZ AO VOLANTE


sábado, 12 de novembro de 2011

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Caminhada em Santo André pede justiça no caso Bianca Consoli


Para lembrar e exigir justiça no caso da jovem Bianca Consoli, de 19 anos, que foi encontrada assassinada dentro da própria casa, no dia 13 de setembro de 2011, vários movimentos sociais participaram neste sábado (12), às 9h30, de uma manifestação na região central de Santo André. A manifestação integrou a campanha Santo André pela Paz da Prefeitura.

A ação, organizada pelo grupo União em Defesa das Vítimas de Violência (UDVV), presidido pela deputada federal Keiko Ota, teve apoio da Prefeitura de Santo André, que responde pela campanha Santo André pela Paz, que visa combater todo tipo de violência no município. O ato relacionado ao caso Bianca Consoli, que integrou a campanha da administração local, teve a presença do prefeito Aidan Ravin e da presidente do Fundo Social de Solidariedade e primeira-dama Denise Ravin.

O objetivo da manifestação foi chamar a atenção da população da região do ABC paulista pela necessidade de se lutar contra a violência. Para tanto, a atividade, que foi conduzida pelo prefeito e a primeira-dama,  concentrou as pessoas na Concha Acústica (atrás da Igreja Nossa Senhora do Carmo) e promoveu uma grande caminhada pelo calçadão da Rua Coronel Oliveira Lima, na região central de Santo André.

“Esse ato serviu para pedirmos justiça para esse crime, que ainda se encontra sem solução. É uma forma de prestarmos solidariedade à família e aos amigos de Bianca Consoli por esse terrível acontecimento. Ao juntarmos o poder público, a sociedade e os diversos movimentos e entidades que lutam contra a impunidade, estamos dando um passo decisivo para não deixarmos que esse e outros casos caiam no esquecimento. É importante deixar claro que não estamos querendo vingança. Queremos, isso sim, direitos humanos para todos”, explica a deputada federal Keiko Ota.

O ato contou com cerca de 300 pessoas, familiares e amigos de Bianca Consoli, vários familiares de vítimas da violência, pessoas da sociedade civil e integrantes de movimentos que lutam por Paz e Justiça, dentre eles O Movimento Gabriela Sou da Paz e Ong Cure o Mundo.

O pai de Jéssica Phillip Giusti, Angelo Tadeu Giusti, e esposa estiveram presentes e prestaram solidariedade à família de Bianca
O caso da jovem Jéssica, de 21 anos, que foi assassinada no dia 18 de outubro de 2010 em Três Rios, assim como o caso de Bianca Consoli, continua um mistério e passado 1 ano da tragédia, até hoje, ninguém foi responsabilizado pelo crime e os assassinos continuam impunes.